Geraldo Matias Jr, Advogado

Geraldo Matias Jr

Maceió (AL)
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Principais áreas de atuação

Direito Constitucional, 100%

É o ramo do direito público interno dedicado à análise e interpretação das normas constitucionais...

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Klaus J., Advogado
Klaus J.
Comentário · há 12 anos
Dr. Diego,

Concordo em partes com o seu artigo. Estudo religiosamente há três anos para a Magistratura (estou completando o período de prática) e já fiz um ano de "cursinho preparatório". O que eu digo hoje aos meus conhecidos? Não façam!

Digo isso porque, se você fez uma boa faculdade, foi um aluno dedicado e sabe o que quer da vida profissionalmente, o segredo é dedicar-se com bons materiais (livros e jurisprudência). Lógico que isso depende de cada um, mas escutar um professor levar três ou quatro aulas para explicar, por exemplo, o procedimento ordinário do CPC chega a ser absurdo - e apenas comprova ser uma "perda de tempo" - considerando que eu três horas é possível ler o mesmo conteúdo em excelentes obras...

Óbvio que informação e estudo nunca são demais, mas há meios de otimizar o tempo e o estudo. Como? Sentado e estudando, com um bom material, um computador e com silêncio, num lugar confortável e que você tenha concentração. Obviamente, também, que tudo dependerá da dedicação e disciplina do candidato.

Cursinho, hoje, só se for para uma segunda fase prática ou para uma matéria específica que possua pouco material disponível ou de pouca difusão, como Direito Agrário.

Mas cada um é cada um. Conheço gente que fez três anos de cursinho, ouvindo as mesmas piadas dos professores por todo esse tempo e foi aprovado. Conheço gente, também, que nunca pisou num cursinho e também foi aprovado. Conheço gente que estudou por informativos dos tribunais e sinopses e foi aprovado, assim como gente que estudou as maiores obras disponíveis e também foi aprovado.

Agora, s.m.j, dizer que fazer cursinho é "fundamental" porque a concorrência está alta é balela. É sabido que em concursos de grandes carreiras, como MP/Magistratura/Procuradorias, o candidato praticamente concorre consigo mesmo - tanto o é que, muitas vezes, aprovam-se menos candidatos do que a oferta de vagas. Por que? Por falta de capacidade ou por que não fizeram cursinho? Aposto todas as minhas fichas na primeira hipótese...
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